Perguntas Frequentes

Posso deixar meu filho desacompanhado na MALUBAMBU?

Por acreditarmos que os bebês e as crianças pequenas brincam melhor quando mediados por uma figura de apego confiável, é imprescindível que as crianças de até três anos venham brincar acompanhadas. Vale vir com pais, babás ou familiares autorizados (avó, avô, tio, madrinha etc). Acima de três anos, todas as crianças podem ficar desacompanhadas na MALUBAMBU. Pais e mães de crianças entre 24 e 36 meses podem optar por deixar seus filhos, desacompanhados de babá ou familiares, em dias fixos na semana, dentro do programa BOSQUE BAMBU.

O que meu filho precisa levar para a MALUBAMBU?

A gente faz brincadeiras de muitos tipos e algumas respingam tinta, lama, areia e cola colorida…. coisas que ninguém quer em uma roupa novinha, né? Então as crianças que vem para participar de qualquer atividade na MALUBAMBU devem vir com roupas confortáveis e que possam sujar. Além disso, precisa colocar na mochila: fraldas (para os que ainda usam), uma troca de roupa e um lanche por turno (suco ou iogurte, fruta e carboidrato, que pode ser biscoito, sanduíche ou bolo simples). Pedimos evitar refrigerante, balas, salgadinhos e outros alimentos excessivamente insdustrializados. Todos os materiais pessoais dos pequenos precisam de identificação.

Meu filho pode lanchar a qualquer hora?

Apesar de termos hora certa para o lanche – às 9h30 e 15h30 – vale lanchar quando a criança tiver vontade. Mas tem que obedecer a regra: na Malubambu, as refeições só podem ser feitas na cozinha, um lugar tranquilo próprio para a hora do lanche.

Eu posso usar o celular enquanto meu filho brinca?

A MALUBAMBU é um lugar de crianças. Mesmo os adultos, entram na brincadeira e voltam a ser criança também! O telefone celular precisa ser usado com responsabilidade e moderação. Se não puder desligá-los, deixe-os no modo silencioso.

O que um acompanhante não pode fazer?

Os acompanhantes são responsáveis pela segurança dos pequenos que acompanham, mas é bom lembrar que não devem interferir na cultura familiar e nos hábitos das outras crianças. Não vale oferecer alimentos a outras crianças. Alguns lanches, apesar de gostosos e saudáveis, podem fazer mal a pequenos com alergias e intolerâncias alimentares.

O que o acompanhante precisa fazer?

Brincar muito! Ah! E precisa ficar atento à programação de oficinas dirigidas porque, no caso das crianças que estão acompanhadas de um adulto, são estes que devem decidir a participação dos pequenos nestas atividades. Além disso, no momento da entrada, o responsável preenche uma ficha com as principais informações sobre a criança para que possamos conhecê-la melhor. Vale colocar o nome dos familiares de referência, indicar quem pode vir buscar, informar possíveis alergias etc.

Qual o máximo de crianças em cada atividade dirigida?

Cada oficina dirigida tem o seu limite de participantes, que varia de 10 a 15 crianças.

Qual a proporção de crianças e brincadores?

Fora das oficinas dirigidas, obedecemos uma regra para cada programa. No BAMBU 1, 2, 3, a proporção é de cinco crianças para um adulto/brincador. No PASSATEMPO, um brincador e um adulto de apoio coordenam grupos de, no máximo 15 crianças.

E se o meu filho não quiser participar das oficinas dirigidas?

Não tem problema. Enquanto ocorrem as oficinas dirigidas, um brincador fica de plantão nos outros espaços da casa, mediando outros tipos de brincadeira. Nenhuma criança é obrigada seguir a programação de atividades fixas, se não quiser.

Crianças que participam do BAMBU 1, 2, 3 (1 a 3 anos) e crianças do PASSATEMPO (4 a 8 anos) ficam misturadas?

Não. Os programas têm atividades específicas, mas isso não impede que as duas faixas etárias dividam o quintal, cada um com sua brincadeira específica. E isto também não impede, por exemplo, que uma criança de 4 anos queira brincar no programa BAMBU 1, 2, 3 ao invés de participar das atividade propostas no PASSATEMPO. É importante destacar que, apesar de não fazem a mesma coisa, as crianças dos dois grupos podem interagir, se quiserem. A MALUBAMBU permite socialização multietária, porque acredita que há troca de saberes entre as crianças independentemente da idade.

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